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O Circo - Histórias Para Aquecer o Coração

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Monge Aprendiz
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O Circo - Histórias Para Aquecer o Coração

Mensagem por Monge Aprendiz em Sex Abr 17, 2015 12:20 pm

Assisti uma palestra onde o orador citou esta história (verídica) como exemplo de caridade desinteressada. Busquei na internet o referencial e gostaria de compartilhar com todos dessa Fraternidade:


Quando eu era adolescente, meu pai e eu estávamos na fila para comprar ingressos para o circo.
Finalmente, havia apenas uma família entre nós e o guichê.
Essa família me causou uma profunda impressão.
Havia oito crianças, provavelmente todas com menos de 12 anos. Podia-se dizer que elas não tinham muito dinheiro. Suas roupas eram baratas, porém limpas.
As crianças eram bem comportadas, todas em pé na fila duas a duas de mãos dadas, atrás de seus pais.
Falavam animadamente sobre os palhaços, os elefantes e outras coisas que veriam naquela noite.
Podia-se perceber que nunca tinham ido ao circo.
O programa prometia ser um grande acontecimento em suas vidas jovens.
O pai e a mãe iam à frente do grupo, tão orgulhosos quanto poderiam estar.
A mãe segurava o braço do marido e olhava para ele, como se dissesse, “Você é meu cavaleiro com uma armadura brilhante”.
O pai sorria cheio de orgulho e olhava para ela, como se respondesse, “Você tem razão.”
A vendedora de ingressos perguntou ao pai quantos ele queria. Ele respondeu, “Por favor, quero oito de crianças e dois de adultos para levar a minha família ao circo”.
A vendedora disse o preço. A mãe ficou cabisbaixa e largou a mão do marido, que ficou com os lábios trêmulos.
Ele perguntou novamente: “Quanto foi que a senhora disse?” A vendedora disse novamente o preço. O homem não tinha dinheiro suficiente.
Como poderia dizer a seus oito filhos que não tinha dinheiro suficiente para levá-los ao circo?
Vendo o que acontecia, meu pai colocou a mão em seu bolso, pegou uma nota de vinte dólares e a deixou cair no chão.
Meu pai se abaixou, pegou a nota, tocou no ombro do homem e disse “Senhor, com licença, isto caiu do seu bolso.”
O homem entendeu o que estava acontecendo. Não estava pedindo esmolas, mas certamente apreciou a ajuda em uma situação terrivelmente constrangedora.
Ele olhou bem nos olhos do meu pai, pegou a sua mão nas suas, apertou com força a nota de vinte dólares e, com os lábios trêmulos e uma lágrima rolando em seu rosto, respondeu “Obrigado, senhor. Isso significa muito para mim e para a minha família.”
Meu pai e eu voltamos para o nosso carro e nos dirigimos para casa. Não fomos ao circo naquela noite, mas valeu a pena.


Da Série de Livros “Histórias para aquecer o coração”
Autores: Jack Canfield e Mark Victor Hansen


Se quiserem comentar, fiquem à vontade! Muita Paz!

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